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Thursday, July 07, 2011

Resenha: Pode Beijar a Noiva

Pode Beijar a Noiva vinha com uma assinatura que garantia coisa boa, mas o livro me surpreendeu em quão delicioso ele foi, ainda mais levando em consideração como é magrinho...

Com o título original de Kiss the Bride (nomezinho bem mais fácil de dizer lol), a autora Meg Cabot, sob o pseudônimo de Patricia Cabot - nem preciso dizer o porque, e que esse é um livro adulto, né? - nos entregou um presente maravilhos, e com um embrulho tão lindo, também...
Não sei se é porque fazia tempo que não lia Meg, mas esse livro me surpreendeu pela total e completa hilariedade dele. Não me lembro de jamair ter gargalhado tanto lendo um livro.

Emma Van Court é viúva. Mas ela só tem dezenove anos. Seu ex-marido, Stuart, era um cura em uma pequena cidadela da Escócia, e um anos antes, aos dezoito, Emma e Stuart haviam fugido de Londres e de suas famílias para se casarem e ajudar os pobres.
Porém, quando, após seis meses de casamento, Stuart morre, Emma se vê jovem, viúva, e a única herdeira do assassino de seu marido. O assassino lhe deixou dez mil libras que o juiz condicionou que Emma só receberia depois que se casasse novamente, coisa que Emma não tem intenção nenhuma de fazer, não interessa quantos cavalheiros tentem e caiam por sobre uns aos outros cortejando-a.
Mas o que fazer quando James, o lorde Denham, primo de seu falecido marido e grande amigo de Emma - ou era, até ele proibir o casamento dos dois - aparecer na porta da cabana de Emma, determinado em levá-la de volta a Londres, juntos com os restos mortais de Staurt... duas coisas que, Emma sabe, ela nunca pode deixar que aconteçam, ou todos saberão da verdade...

Aplaudo de pé e tiro o chapéu pra Diva Cabot. Mais um que entra pra lista infindável de vitórias dela.

Wednesday, December 29, 2010

Resenha: A Rosa do Inverno

É, não tem jeito mesmo. Eu tento, leio outras coisas, outros estilos, gêneros... mas sempre acabo voltando para a diva Meg Cabot.

A Rosa do Inverno é, com toda certeza, um dos melhores livros da autora. Afinal, além do já esperado da Meg - romance, intriga e, com esse pseudônimo, umas cenas bem calientes - tembém tem briga intelectual feminina que me fez cair na gargalhada de tão boa. É aquele veneno e língua afiada que os homens, coitados, nunca vão conseguir ter.
Pegeen MacDougal nunca imaginou que sua vida poderia mudar tnato e tão rápido, mas foi exatamente isso que aconteceu. A jovem liberal, tia do pequeno órfão duque de Rawlings, vê sua vida virada de cabeça para baixo quando, um belo dia de inverno, aparece em sua porta, o segundo filho do antigo duque, Edward Rawlings, que insiste que o sobrinho vá morar no Solar de Rawlings e assuma sua posição de duque.
Mesmo sendo contra a monarquia, Pegeen não pode recusar a oferta de boa instrução e vida confortável que isso poderá dar ao pequeno Jeremy Rawlings - uma diferença gritante da vida que levavam até então, vivendo na paróquia da cidade por caridade, e com quase nada para comer.
Mas o que Pegeen não esperava é que ao aceitar ir para o Solar Rawlings, ela estaria levando a si mesma e ao sobrinho para dentro de um mundo completamente diferente daquilo que ela imaginava da aristocracia, e correndo um grande risco de se apaixonar... pelo seu concunhado, que é conhecido por arrasar corações por toda Europa, e cuja a amante não parece nem um pouco feliz de ver a atenção que Lord Edward está dispensando à sua concunhada.

Wednesday, July 07, 2010

Resenha: Aprendendo a Seduzir

Dá-lhe Meg hoje!
Eu ia fazer uma resenha do O Livro Perdido das Bruxas de Salem, mas nem terminei o livro ainda, já que a Meg meio que tomou de conta... como sempre xD

Enfim, Aprendendo a Seduzir, ou Teaching Caroline, em inglês, é um livro da Meg, escrito sob o pseudônimo de Patricia Cabot (para saber mais sobre isso, clique AQUI). Como a grande maioria de sues livro com esse pseudônimo, esse é um livro de época, que, como a grande maioria dos livros de época, ocorre em Londres, no século passado.
Em Aprendendo a Seduzir, a jovem de 21 anos, Lady Caroline Linford, por total e completo infortúnio de sua parte, acaba surpreendendo uma cena picante entre seu noivo, e Jackelyn, a noiva do notório don Juan de Londres, Braden Graville, que parece saber - ou desconfiar, no mínimo - que sua noiva lhe está traindo. E ele está decidido a descobrir com quem, o que deixa Caroline desesperada, pois Braden Graville tem uma fama de ter um pavio curto, e de gostar de resolver seus problemas em geral de uma única forma: com uma arma.
Sem saber o que fazer, mas impossibilitada de desmarcar o casamento, porque o marquês seu noivo, havia salvo a vida do irmão de Caroline, Tommy, apenas algunas meses atrás, Caroline recorre à sua única esperança: ela tem que aprender a seduzir seu noivo, para que ele não veja necessidades de manter uma amante.
Mas a palavra 'sexo' em sua época era vista com dureza e reprimendas, e nem seu próprio irmão se sente à vontade para discutir o assunto com ela. Sem mais nenhuma opção, Caroline procura Braden Graville com uma proposta: se ele lhe ensinar como fazer amor (explicando a teoria somente, claro... certo?), ela deporia a seu favor na corte, quando ele rompesse seu noivado com Jackelyn, e ela lhe levasse à justiça, contando a cena que havia presenciado, mas sem mencionar o nome do homem.
O que Caroline não esperava, era que as coisas fossem se confundir tão rápido, e com tão, tão pouca coisa. E Braden Graville estava se remoendo de raiva, por descobrir que, logo após o pedido singular de Lady Caroline, a traição de sua noiva não seria a única razão para ele querer terminar o noivado - agora, ele, com horror, constatou que o Lothario de Londres havia se apaixonado perdidamente... pela única mulher que não lhe queria e que ele não podia ter.

Eu tenho um lema para situações assim: É Meg; é bom.
Eu tinha esquecido o quão boa a narrativa de época da Meg é excelente. Realmente, é um livro incrível, com um fim relativamente previsível, mas ainda assim fofo... *-*