Sunday, November 20, 2011

Resenha: Wolfsbane

Certo, antes de mais nada, o livro é excelente.
Em segundo lugar, a única razão pela qual ele não ganha um 5/5, e fica com um 4/5, tem nome: Shay.
Olha, sou uma firme Team Ren. Só meu palpite que rezo para estar certo, porque ao meu ver, a razão pela qual a Calla "ama" o Shay é pelo que ele representa: liberdade, e uma vida que ela mesma pode escolher. E eu respeito ela querer isso. Deus sabe que eu também quero.
Mas vamos falar super sério: o amor dela pelo Ren vai bem, bem mais fundo do que isso.
Que foi porque esse livro me fez ficar com tanta raiva. Teve uma hora que eu tive que parar e largar dele, porque eu nunca, em toda minha vida, tive tanta vontade de tacar um livro na parede. E sou leitora assídua da Richelle Mead; eu sei o que é um livro infuriante que te faz querer arrancar os cabelos pela raiz de raiva, mas nunca quis tanto machucar um livro como quis com Wolfsbane.

O que, de uma certa forma, quer dizer que foi um bom livro, porque conseguiu me cativar o suficiente pra me deixar louca...

Fora esse detalhe, foi ótimo. Calla está começando a aceitar seu novo lugar, e o fato de que agora ela pode tomar suas próprias decisões, e está livre para ficar com quem ela quiser, algo que ela nunca pôde fazer antes, mas a memória do bando que ela deixou para trás em Vail, a persegue, e ela está determinada a salvar eles também.
A única pergunta, pe claro, se eles querem ser salvos...

Resenha: Supernaturally

A melhor parte de Supernaturally foi o modo tão lindo e cativante com o qual o fim foi escrito.

Começou como um livro engraçado, por mais que um pouco bobinho, bem estilo Paranormalcy, e a Evie sempre me fazia rir com as obsessões biazarras e as coisas simples que faziam ela feliz.
Ao decorrer do livro, porém, foi incrível ver a Evie fazer uma amizade nova, apesar das mentiras dela pro Lend me deixarem com ódio dela. Seria de imaginar que depois que ele descobriu a primeira mentira, ela pararia como prometido, mas não, a burrinha tinha que continuar empilhando mentira atrás de mentira, como uma casa de cartas. Lógico que veio tudo abaixo, mas não vou comentar muito por conta de spoilers.

Quanto ao Jack, ele me fascinou. Não posso realmente dizer que em qualquer momento tenha confiado plenamente nele, mas o personagem dele me deslumbra. Ele é provavelmente o persongame mais profundo da série até agora, e eu amei ele quase tanto quanto amo o Reth.
Também adorei como ele e a Evie intergiram. Foi lindo ver a inconsequente, engraçada e frívola Evie crescer. Claro que crescer nunca é fácil, mas sinto orgulho da Evie e de como ela lidou com tudo; e como eu disse antes, aquele final é matador.
Próximo, por favor!

Friday, November 04, 2011

Novembro!

Nossa, gente! Já tava mais na hora de eu dar as caras por aqui, certo?
Só posso pedir desculpas por deixar o blog parado por dois meses. Prometo não deixar isso acontecer de novo; a minha vida pessoal virou de ponta cabeça e pelo avesso, mas agora as coisas já se arrumaram e cá estou eu de novo!

E venho com boas novas! Em dezembro vocês vão ganhar a resenha do ARC do terceiro livro da série de demônios da autora Michelle Rowen.

Por agora, vamos nos satisfazer com os lançamentos da semana? :)

A continuação mega esperada de Matched chegou! Vou dizer já de cara que a capa de Matched tava bem mais linda do que essa! ;)


Aguenta, coração! É o último livro da nossa amado Dru Anderson, e com ele, vem aquela perguntinha; a dúvida cruel que só fica mais cruel com esse final que a Lili deu pro livro... afinal de contas: Christophe, o djamphir lindo, ou Graves, o loup-garou trapalhão? ;)
Meu coração vai com o Garoto das Tortas de Maçã <3


No mesmo dia em que a Dru chega ao fim de sua jornada, outra protagonista da Lili vai junto: Jill Kismet se despede do mundo não com um baque, mas com uma tremenda despedida de sacudir o mundo nas bases. É uma épica batalha entre anjos e demônios, e mais uma vez, a nossa Kiss se vê metida bem no meio do furacão. Claro, com ajuda do dedinho intrometido do Perry, que parece que veio pra ficar... ou será que não?

E finalmente, olhem só a fofura que a Kiersten White revelou hoje:



O que acharam dessa capa nova?

Friday, September 09, 2011

Book Review: Beautiful Disaster

Title: Beautiful Disaster
Author: Jamie McGuire

Genre: Adult

Rating: 5/5

Cover: 10/10


I loved, loved Beautiful Disaster!
I'd had the sample chapters in my kindle for a while, just waiting for the dust to settle so I had time to hunt down a new book, and the second I read those first two chapters, I knew I was a goner: I was hooked like a junkie needing its next fix.

The thing about this book is how entirely different it is from most of the books out there today. Usually, you have the boy and th girl, and maybe they fall in love at first sight; maybe they bicker to death and THEN notice it's love. Regardless, at the end of the day, they kiss and that's the end of the book.
Don't start Beautiful Disaster expecting that. Oh, sure, there's the couple. And yeah, they bicker so much you start fearing for their lives... The thing about McGuire's narrative that had me so hooked so fast, was the utter and complete normal vibe the book just exudes.
When the couple fights, you can actually feel their emotions like you're a character of the book yourself, because the situations are all just so ridiculously stupid, dramatic and with not an ounce of sugar-coating, that it could easily happen to you next week.
All that said, I loved the air of mystery that hung around Abby regarding her father and her past, and I can say with no shame at all that watching Abby and Trav battle it out gave no small amount of amusement, which always comes in handy.

An excellent read, packed with day-to-day situations that will have you alternately cringing, swearing, shaking your head in dismay and/or exasperation and on the floor in stiches. I'm in love.

Thursday, September 01, 2011

Resenha: Succubus Revealed

Sei que sou suspeita dizer, porque tenho uma tendência a amar tudo Richelle Mead, mas ainda assim tenho que dizer: amei, amei, amei Succubus Revealed!



A série Georgina Kincaid sempre foi a minha menos predileta da Mead, em grande parte porque eu sempre tive uma paixonite (nada)secreta pelo Carter, e apesar de ainda achar que o Carter faria um casal MEGA FOFO com a Georgie, é bem verdade que o Seth me incomodou bem menos nesse livro, ainda bem!

Succubus Revealed foi especial em vários jeitos... era o último livro da Georgie, e claro que sempre tem aquele gostinho amargo, mas nada insuportável como foi com outras séries que poderia mencionar... O que foi ruim - ou bom, dependendo do que você chama de livro bom (mas rendeu uma cena fofa demais da conta com o Carter, então acho que valeu a pena!) - foi a subplot que a Mead colocou no livro: o câncer de ovário da Andrea Mortensen. Algumas pessoas já chegaram pra mim, dizendo que esse lado fez elas chorarem enquanto liam, então imaginem eu, que perdi a minha mãe faz pouco mais de um mês pra esse exato câncer. Foi um festival de choro. Mas devo dizer - e podem acreditar, eu sei - que a Mead detalhou com perfeição o dia-a-dia dessa doença de modo tão incrível que quase parecia real tudo de novo.



Também foi um livro especial porque, maravilha das maravilhas, eu comecei a gostar do Seth nesse livro. Acho que um bom perdedor sempre tem que saber a hora de se retirar com graça, e eu fiz isso em Succubus Revealed.



Com a vida conubial em total perfeição e a vida no trabalho um inferno, a costumeira mistura de humor, sarcasmo (Carter, estou olhando pra ti!) e as chamadas one-liners, Succubus Revealed me fez morrer de medo, chorar, sorrir, torcer, gritar e xingar o livro todo, até a ultimíssima página. Ao todo, uma leitura incrível para os fãs da Georgie, que deu um fim, se previsível, pelo menos bonito e digno para a nossa súcubo predileta.

Book Review: Succubus Revealed

Title: Succubus Revealed (Georgina Kincaid #5)
Author: Richelle Mead
Genre: Adult
Rating: 5/5
Cover: 10/10


I know I'm a suspect to say, since I tend to fall in love with everything Richelle Mead, but I still have to say it: I loved, loved, loved Succubus Revealed!

The Georgina Kincaid series were my least favorite of Mead's, greatly because I've always had a seceret (ok, not at all secret, but still) penchanct for Carter, and I still think that Georgina would've made a RAD couple for Carter, except I knew from the start that it wasn't to be because of the whole angel thing, and Seth just bugged me. But I couldn't stop loving Georgie, which, being the main character, was really the most important thing.

Succubus Revealed was special on many levels... it was the last one of Georgie's books, and sure there's that bittersweet feeling, but nothing too bad. What was bad - or good, I guess, depending on your definition of a good book... - was the one little side problem that Mead added into the book. I have to say, it added a whole new side and put a nice twist into the plot (plus, it gave us a super-cute Carter scene!). I'm talking, of course, of Andrea Mortensen's cancer. I've had friends come over to me and say that they were almost crying because of it, so it's easy to understand why I, who just recently lost my mom to the exact same cancer and saw in the book a very good description of my life for the past two years, full-out bawled three times. However, like I said, it added a second layer to the novel, and it was good one. And wonderfully written, as usual.

It was also special because, miracle of miracles, I actually started liking Seth in this book. I think a good loser always knows when it's time to concede victory with grace, and that's what happened here.

With Georgina's love life in a bliss and her work life in a pit, the usual amount of wit, humor, sarcasm (hi Carter, I'm looking at you!), Succubus Revealed left me sweating at some times, crying at others, smiling, cheering, swearing and grumbling all the way through the book. All in all, a great read for the Georgina fans, with an end which, if not unexpected, seals off our favorite succubus' life with a golden key.

Thursday, August 25, 2011

Resenha: Bloodlines

Vamos lá, então. Antes de começar, aviso que tem spoilers leves na resenha, então cuidado :)



Minhas expectativas para Bloodlines, não vou mentir, não eram lá essas coisas. Em grande parte porque eu acreditava - e ainda acredito, apesar de admitir que não é horrível assim - que ninguém é capaz de contar uma história sobre o mundo Moroi de modo mais interessante do que a Rose.

Ainda acho isso, mas até mesmo eu, amadora da Rose que sou, tenho que admitir que a Sydney deu conta do recado mais do que bem, se não tão engraçada quanto sua predecessora.



Bloodlines tem aquela coisa que a Mead coloca nos livros, que te faz querer nunca parar de ler... e recomendo fazer justo isso: leia mesmo, porque vale a pena.



Tenho algumes confissões para fazer sobre o livro, então vamos pra parte legal.

Primeiro, eu fiquei confusa demais da conta. Tendo passado os últimos 4 livros (eu gosto dele em Frostbite) de Vampire Academy desejando com a maior sinceridade do mundo que o Adrian aparecesse morto e fosse dar umas voltinhas com o Tio-Lá-de-Baixo, foi uma experiência totalmente nova de gostar - e até simpatizar com - o Adrian. Só isso provavelmente teria me levado um livro inteiro de mil páginas pra me acostumar legal. Ao invés disso, teve que ser com umas 500 páginas, da quais nem todas eram focadas nele...

O que me traz para a segunda confissão: A Jill me lembrou muito da Lissa nos primeiros livros; uma princesinha Moroi mimada, acostumada a ter tudo o que quer, e que não tá muito aí pros outros. Sei que não é verdade, e tiveram momentos nos quais a velha Jill saiu do esconderijo, mas na maior parte do livro, ela só me encheu o saco, mesmo que não tanto quanto a Lissa, ainda bem.

Confissão de número 3 involve a Rose. E o que involve ela, agora também involve o Dimitri (*todas gritam*). Senti muita falta da Rose. Mas não posso deixar de admirar o modo como a Mead colocou os dois em Bloodlines. Colocando a Rose no começo, ela se certificou de que os fãs de VA continuariam lendo, na esperança da dona Hathaway aparecer de novo. E pondo o Dimitri no final (tipo, final, FINAL. Pense última linha.), ela selou o livro de um modo que os mesmos fãs de VA vão comprar The Golden Lily, mesmo não tendo amado Bloodlines. Incrível, Richelle. Tiro meu chapéu pra senhora.

A quarta - e última - confissão é um tanto menos legal. Eu achei os mistérios do livro muito fáceis de se prever e adivinhar, e sempre suspeitava da verdade bem antes da coitada da Sydney, que ficou correndo em círculos. Sendo a Mead, eu me acostumei a esperar supresas tão inesperadas que eu nunca, nem em um zilhão de anos, teria conseguido adivinhar, e sempre me deixavam de queixo caído. Não quer dizer que as revelações em si não foram chocantes, mas devo dizer que esperava mais.



Mesmo assim, aguardo ansiosamente The Golden Lily.

E deixo a dica: leiam Bloodlines. Sydney tomará cuidado maravilhoso do seu entretenimento, surpreendendo com um humor seco e sarcástico que eu nunca imaginava que a Santinha Syd pudesse ter.