Wednesday, July 07, 2010

Resenha: Aprendendo a Seduzir

Dá-lhe Meg hoje!
Eu ia fazer uma resenha do O Livro Perdido das Bruxas de Salem, mas nem terminei o livro ainda, já que a Meg meio que tomou de conta... como sempre xD

Enfim, Aprendendo a Seduzir, ou Teaching Caroline, em inglês, é um livro da Meg, escrito sob o pseudônimo de Patricia Cabot (para saber mais sobre isso, clique AQUI). Como a grande maioria de sues livro com esse pseudônimo, esse é um livro de época, que, como a grande maioria dos livros de época, ocorre em Londres, no século passado.
Em Aprendendo a Seduzir, a jovem de 21 anos, Lady Caroline Linford, por total e completo infortúnio de sua parte, acaba surpreendendo uma cena picante entre seu noivo, e Jackelyn, a noiva do notório don Juan de Londres, Braden Graville, que parece saber - ou desconfiar, no mínimo - que sua noiva lhe está traindo. E ele está decidido a descobrir com quem, o que deixa Caroline desesperada, pois Braden Graville tem uma fama de ter um pavio curto, e de gostar de resolver seus problemas em geral de uma única forma: com uma arma.
Sem saber o que fazer, mas impossibilitada de desmarcar o casamento, porque o marquês seu noivo, havia salvo a vida do irmão de Caroline, Tommy, apenas algunas meses atrás, Caroline recorre à sua única esperança: ela tem que aprender a seduzir seu noivo, para que ele não veja necessidades de manter uma amante.
Mas a palavra 'sexo' em sua época era vista com dureza e reprimendas, e nem seu próprio irmão se sente à vontade para discutir o assunto com ela. Sem mais nenhuma opção, Caroline procura Braden Graville com uma proposta: se ele lhe ensinar como fazer amor (explicando a teoria somente, claro... certo?), ela deporia a seu favor na corte, quando ele rompesse seu noivado com Jackelyn, e ela lhe levasse à justiça, contando a cena que havia presenciado, mas sem mencionar o nome do homem.
O que Caroline não esperava, era que as coisas fossem se confundir tão rápido, e com tão, tão pouca coisa. E Braden Graville estava se remoendo de raiva, por descobrir que, logo após o pedido singular de Lady Caroline, a traição de sua noiva não seria a única razão para ele querer terminar o noivado - agora, ele, com horror, constatou que o Lothario de Londres havia se apaixonado perdidamente... pela única mulher que não lhe queria e que ele não podia ter.

Eu tenho um lema para situações assim: É Meg; é bom.
Eu tinha esquecido o quão boa a narrativa de época da Meg é excelente. Realmente, é um livro incrível, com um fim relativamente previsível, mas ainda assim fofo... *-*

Resenha: Cabeça de Vento

Meg Cabot, rainha, diva... a lista continua, e nada nem ninguém é capaz de me fazer mudar de ideia: Meg Cabot rocks.

Nesse novo livro, Cabeça de Vento, o primeiro de um trilogia, conhecida nos EUA como Airhead, Emerson Watts, uma garota descolada, que não liga para moda, está vendo sua irmão mais nova vagarosamente se transformar em uma "morta-viva" - apelido dado por Em e seu melhor (e único) amigo, Christopher, por quem Em sofre uma queda gigante, deram às pessoas populares de escola, que se preocupam somente com a sua aparência, e seu modo de vestir.

Mas quando Em é obrigada por sua mãe a ir à inauguração da nova loja da Stark com sua irmã, Frida, ela nunca poderia imaginar o que iria acontecer.

Primeiro, ela se encanta por um músico britânico (eu não culpo ela. Sotaque britânico é de matar qualquer uma), e, logo depois, quando a ídola de Frida, a modelo e cara da Stark Enterprises, Nikki Howard, aparece, Em, ao tentar proteger Frida, acaba envolvida em um acidente, envolvendo... bom, Em, uma TV de plasma, e... Nikki Howard.

Quando Em acorda, um mês depois, e descobre o que aconteceu, e sob quais condições, exatamente, ela continua 'viva', Em percebe que aquilo que ela uma vez considerou ser fácil - tipo ser modelo, etc - não é tão fácil como parece. Tentando desesperadamente reter alguma de sua essência em sua nova vida louca, com garotos caindo aos seus pés, e lhe fazendo qualquer coisa diante de seu sorriso, os segredos mais sórdidos de Nikki lhe são revelados de um modo um tanto quanto... desconcertante.

E ela só queria que Christopher lhe pedisse pra sair; coisa que agora, com a notícia de sua morte espalhada pelo jornais, etá parecendo ficar cada vez mais difícil...

Sério? Esse livro tem um fim totalmente injusto. Logo quando a diversão e as gargalhadas estavam realmente aparecendo... ele acaba. Espero que Being Nikki seja traduzido logo, porque, Airhead, bem ao estilo Meg, não decepciona de jeito nenhum.

Sunday, July 04, 2010

Resenha: Burned

Burned, da Ellen Hopkins é, em essência, um livro um tanto quanto diferente dos que eu geralmente leio, mas isso não muda o fato: o livro é bom.
Uma amiga minha me emprestou, e eu, feliz por ter algo novo para ler, comecei a ler.
Não só foi uma leitura interessante, por mostrar vários aspectos da cultura Mórmon, tratando da vida de uma adolescente de 17 anos, Pattyn Scarlet Von Stratten, e seus problemas começaram com um sonho sobre sexo, assunto proibido entre os Mórmons, mas foi também bastante filosófica. Gosto de livros que, quando terminamos, nos fazem querer para e pensar sobre a história, pensar sobre todas as formas de levar isso para nós.
Seu pai é alcóolatra, e bate na mãe. Pattyn tem 6 irmãs, todas mais novas, das quais ajuda a mãe a cuidar.
Mas quando Pattyn se rebela após ter sido descoberta com um garoto não-Mórmon, e levar um fora desse mesmo garoto, quando a mãe de Pattyn engravida novamente, Pattyn é mandada para viver com sua tia no interior do estado de Nebraska.
O exílio em Nebraska que prometia ser tedioso, acaba por virar um presente para Pattyn, que aprende a dirigir, a montar cavalos e, talvez mais importantemente, a amar e respeitar a si própria.
Na casa de sua tia, ela conhece Ethan, filho de um amigo de Tia J., e os dois acabam se apaixonando, fortificando ainda mais o aprendizado de Pattyn de que há mais na vida do que só a Igreja.
Mas quando ela volta para casa, as coisas começam a piorar novamente. Seu pai parou de bater em sua mãe em deferência ao bebê, mas ao invés disso, bate em Pattyn e em sua irmã, Jackie.
Como se já não bastasse, Pattyn descobre que está grávida de Ethan e, ao ligar para ele para contar, é entreouvida por duas garotas, que espalham a fofoca, que acaba chegando aos pais de Pattyn, mesmo enquanto a garota nega.
Burned é o tipo de livro que começa devagar, mas quando pega o ritmo, é impossível de largar, e tem um final extremamente triste, que reflete o modo com o qual a vida geralmente ocorre, sem fantasias, eufemismos, ou mentiras, e nos deixa com um fato: a vida é diícil e injusta, por isso devemos aproveitar os bons momentos ao máximo, antes que tudo nos seja tomado sem aviso prévio.

Saturday, July 03, 2010

Resenha: Sweet Revenge

Em Doce Vingança, vamos conhecer a história de Adrianne, linda e elegante princesa, que esconde um terrível segredo de família. Quando criança, foi testemunha da crueldade com que seu pai tratava a esposa, sua mãe - uma lendária estrela de cinema. Ao tornar-se adulta, Adrianne alimenta um forte desejo de vingança contra aquele que destruiu sua infância e a felicidade de sua mãe. Para realizar seu intento, Adrianne concebe um plano que envolve um fabuloso colar, conhecido como O Sol e a Lua, de valor inestimável e que pertence a seu pai. Mas o surgimento de Philip Chamberlain em sua vida, com sua inteligência, encanto e enigmático carisma, que tem motivos pessoais para se aproximar da Princesa Adrianne, poderá desvia-la de seu objetivo, e somente tarde demais ela perceberá o perigo oculto ao descobrir que tem pela frente dois homens de força excepcional - um com a capacidade de tirar a sua liberdade, outro com o poder de tirar a sua vida. Com Doce vingança, Nora Roberts cria uma história apaixonante e irresistível, que é impossível parar de ler, muito menos esquecer.

Eu estava com esse livro já faz tanto tempo - não sei como consegui deixar pra ler ele só agora, mas essa é uma das muitas maravilhas dos livros: as portas infindáveis dos seus variados mundos dependem de nós para querer explorá-los.
Sweet Revenge, da Nora Roberts. Primeiro, foi uma luta, quando eu comprei, escolher qual livro da Nora comprar, porque a mulher conseguiu escrever mais livros até do que a Meg Cabot, e o número de nenhuma das duas é pouca coisa. Acabei me decidindo por Sweet Revenge mais pelo título do que por qualquer outra coisa. Vingança é uma coisa que todo ser humano vai querer um dia; um sentimento compartilhado e perigoso.
Sweet Revenge é uma história perigosa, triste e abandonadamente linda sobre a superação.
Quais as consequências em uma criança de cinco anos, forçada a ver seu pai estuprar sua mãe? Vê-lo bater nela, gritar com ela, chamar ela de coisas horríveis?
Sua mãe, Phoebe Spring, a atriz mais linda de Hollywood, que largou o glamour, os filmes, a América, a modernização, para se casar com um rei Islã, Abdu, que lhe odiou por que ela não lhe deu um filho homem, por, após o nascimento da filha, Adrianne, ter ficado impossibiliatda de ter mais filhos, e por, na visão de Abdu, ter-lhe enfeitiçado, fazendo com que ele se casasse com ela.
Não fosse por Adrianne, ou Addy, como sua mãe lhe chamava quando estavam sozinhas, Phoebe teria fugido, escapado há muito tempo, mas sabia que Addy sofreria as consequências de tal ato. Somente quando Addy já tinha oito anos, Abdu viajou para Paris, e levou Phoebe e Addy junto, como uma farsa de um casamento feliz para ajudar a trazer o dinheiro do mundo para seu reino. Em um momento de desespero, Phoebe correu do Louvre com Addy, indo morar em NYC com sua melhor amiga, Celeste.
Mas a fragilidade mental não estava presente tanto na criança quanto na adulta. Phoebe desenvolveu depressão crônica, e, quando Addy tinha dezesseis anos, foi internada. Cinco anos depois, ela morreu. Mas Addy havia arrumado um emprego para pagar pelas despesas dos hospitais, remédios, comida, casa... e um emprego que lhe preparava, a cada vez que terminava um serviço, para seu maior trabalho; o trabalho que lhe traria a vingança em seu pai a que tanto desejava. Uma das mais procuradas ladras, Addy evadiu a justiça por quase dez anos, e justo quando decide atacar seu pai, a entrada de Philip Chamberlain em sua vida, muda tudo, e faz com que, pela primeira vez em seus quase 26 anos, Addy deseje algo que ela jurou nunca querer, após ter presenciado aquela cena entre seus pais.
Traçando uma linha frágil e insegura entre fome de vingança, medo, desejo e amor, Addy percebe que as vezes, alguns hábitos de infância tem de ser largados para que a vida possa algum dia ter valor novamente, e que, para alcançar a felicidade, é necessário arriscar algo - como seu coração.

Thursday, July 01, 2010

Livros que Viram Filmes

Vi Eclipse na pré estréia, como a boa menina que sou, e vou dizer o seguinte: o filme teria sido preticamente perfeito... Se não fosse pela Bryce fazendo a Victoria.
Eu estava disposta a dar uma chance pra Victoria dela, mas aquela cara de má dela não assusta nem uma criança de dois anos, vá lá né, verdade seja dita: Rachelle era a perfeita Victoria.





Mas hoje, vamos falar sobre algo um pouco mais... recente.
No exato dia em que eu me encontrava penando na fila de Eclipse, a Richelle Mead anunciou em seu blog e twitter que os dieritos cinematográficos de Vampire Academy foram comprados pela Preger Entertainment.
É, parece que meu sonho de ver o Dimitri no telão está bem mais perto de acontecer. E eu sei que o fandom está divido, com medo que o filme acabe chamando muitos posers, e que a adaptação não faça jus à história (porque vamos ser sinceros: fazer jus à VA vai ser difícil. Desejo sorte à Preger, hm), mas para mim, estragando o filme ou não, os livros continuam sendo incríveis do jeito que são, e nada vai mudar isso. Então, contanto que escolham um ator digno do Dimitri, e uma atriz também digna da Rose pra esses papéis, eu tô feliz. (e por favor, o primeiro que vier com blablablá de "Robert Pattinson como Dimitri" leva bala ¬¬')
Lembrando somente que sim, os direitos foram comprados, mas não significa que nada vai sair tão cedo. É bem possível que eles só façam um filme daqui a alguns anos, mas a possibilidade já existe.

Continuando, saiu dia 28 o trailer de Harry Potter and the Deathly Hallows, que ficou, diga-se de passagem, ótimo.

Também de trailer, saiu algumas semanas atrás, o trailer de The Chronicles of Narnia: The Voyage of the Dawn Treader, que, novamente, segindo o exemplo do trailer de HP, ficou épico.

Resenha: Shadow Souls

The Vampire Diaries: The Rerutn: Shadow Souls. A autora, L.J. Smith, dispensa apresentações a essa altura já, né.
Vou ser super sincera: li esse livro em um dia.
E quem já viu o livro, sabe porque isso é algo que se deva comentar. Ele é da grossura de Harry Potter e a Ordem da Fênix em inglês.
Em Shadow Souls, Damon, Elena, Meredith e Bonnie viajam para a Dimensão Escura, para tentar resgatar Stefan de sua prisão enquanto ele ainda está vivo.
Mas enquanto Elena e Damon estão sozinhos, após terem sido desertados por Matt, as coisas começam a complicar bastante, e Elena se vê na dúvida sobre como explicar alguns acontecimentos entre ela e Damon para Stefan... e Damon parece ter decidido aproveitar enquanto Stefan está preso para tentar, de formas verbais e não-verbais (se é que vocês me entendem: tanto a forma vampírica quanto a humana) de convencer Elena a ser sua Princesa da Escuridão, algo que, deve ser dito, a própria Elena parece considerar mais de uma vez.
Com a tensão rolando alta entre Elena e Damon, o fato de Shinichi ter roubado a memória de Damon sobre uma fatídica noite em um motel à beira da estrada - noite sobre a qual Elena se recusa a falar qualquer coisa que seja, mas que lhe abalou tanto ao ponto de escrever no diário, rasgar as quatro folhas, jogar na privada e dar descarga (sério) - parece não ajudar nada em muito, a não ser, talvez, a honra de Elena.
Obrigadas a fingirem ser escravas de Damon, as três meninas acabam por quase causar uma revolução na Dimensão Escura, finalmente conseguindo libertar Stefan, à beira da morte, e voltar para Fell's Church, onde encontram Matt morando com a Sra. Flowers, e recebem um aviso medonho de Shinichi.
O final desse livro me deixou, literalmente de queixo caído. Nunca, nem em um milhão de anos, imaginaria que uma coisa dessas fosse acontecer, e justo com o Damon... mas não duvido que ele vá encontrar um jeito de reverter isso fácil, fácil. Não seria tão difícil, afinal...
Ainda assim, mesmo não tendo certeza, sinto nesse livro uma grande vibração Team Damon, e talvez seja por isso que gostei tanto do livro xD
Uma das melhores partes, para mim, foi a dança entre o Damon e a Elena. Na verdade, qualquer cena entre o Damon e Elena, já que o Damon mudou de tantas formas, sob o cuidado de Elena, que, no final, ele quase é irreconhecível. Quase. Ainda se recusa a imitar o irmão se alimentar somente de animais - mas não creio que Elena realmente reclame dessa decisão.
Agurado, doida de curiosidade, o próximo livro, porque é nunca que a Dona Smith pode terminar a série assim...

Resenha: Lua Azul

Lua Azul é o segundo livro da série Os Imortais, escrita pela Alyson Noel.
Gostei muito do primeiro, Para Sempre, e o segundo não desapontou.
Não gostei tanto quanto o primeiro, mas talvez isso tenha mais a ver com a tradução do que com o livro em si. Percebi que em português, tem muitas repetições de palavras, e isso fica cansativo de ler depois de um tempo, mas como o enredo tava bom, persisti, e não me arrependo.
Em Lua Azul, Ever está descobrindo seus poderes de imortal, e criando coragem para realizar o Próximo Passo em sua relação de 400 anos com Damen, o imortal de 600 anos que transformou Ever em imortal, já que toda vez que o amor deles ia ser consumado, a ex de Damen, Drina, sedenta por vingança (ou seja, querendo matar a mulher que lhe roubou Damen) matava as diversas encarnações de Ever.
Mas na noite marcada, Damen desaparece misteriosamente, e quando volta, parece não reconhecer Ever. Ele estava apresentando sinais de estar doente, mas nenhum dos dois pensou muito nisso, já que, por serem imortais, eles não ficam doentes. Porém, quando o novo aluno, e queridinho de toda a escola, começa a dar indiretas em Ever, e diz ter visto Damen ir embora na noite tão especial para os dois, Ever começa a se preocupar com o futuro de seu amado - se é que lhe resta algum - e de toda a sau escola.
Com ajuda de uma amiga, Ever visita Summerland, e descobre quem está por trás da repentina doença e mudança de personalidade de Damen, além de um segredo sobre como reverter o tempo.
Com um final de deixar qualquer um doido pra saber o que vai acontecer, Lua Azul é o tipo de livro que é bom, mas não perfeito. Uma ótima leitura para uma tarde calma de férias.