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Thursday, August 25, 2011

Resenha: Bloodlines

Vamos lá, então. Antes de começar, aviso que tem spoilers leves na resenha, então cuidado :)



Minhas expectativas para Bloodlines, não vou mentir, não eram lá essas coisas. Em grande parte porque eu acreditava - e ainda acredito, apesar de admitir que não é horrível assim - que ninguém é capaz de contar uma história sobre o mundo Moroi de modo mais interessante do que a Rose.

Ainda acho isso, mas até mesmo eu, amadora da Rose que sou, tenho que admitir que a Sydney deu conta do recado mais do que bem, se não tão engraçada quanto sua predecessora.



Bloodlines tem aquela coisa que a Mead coloca nos livros, que te faz querer nunca parar de ler... e recomendo fazer justo isso: leia mesmo, porque vale a pena.



Tenho algumes confissões para fazer sobre o livro, então vamos pra parte legal.

Primeiro, eu fiquei confusa demais da conta. Tendo passado os últimos 4 livros (eu gosto dele em Frostbite) de Vampire Academy desejando com a maior sinceridade do mundo que o Adrian aparecesse morto e fosse dar umas voltinhas com o Tio-Lá-de-Baixo, foi uma experiência totalmente nova de gostar - e até simpatizar com - o Adrian. Só isso provavelmente teria me levado um livro inteiro de mil páginas pra me acostumar legal. Ao invés disso, teve que ser com umas 500 páginas, da quais nem todas eram focadas nele...

O que me traz para a segunda confissão: A Jill me lembrou muito da Lissa nos primeiros livros; uma princesinha Moroi mimada, acostumada a ter tudo o que quer, e que não tá muito aí pros outros. Sei que não é verdade, e tiveram momentos nos quais a velha Jill saiu do esconderijo, mas na maior parte do livro, ela só me encheu o saco, mesmo que não tanto quanto a Lissa, ainda bem.

Confissão de número 3 involve a Rose. E o que involve ela, agora também involve o Dimitri (*todas gritam*). Senti muita falta da Rose. Mas não posso deixar de admirar o modo como a Mead colocou os dois em Bloodlines. Colocando a Rose no começo, ela se certificou de que os fãs de VA continuariam lendo, na esperança da dona Hathaway aparecer de novo. E pondo o Dimitri no final (tipo, final, FINAL. Pense última linha.), ela selou o livro de um modo que os mesmos fãs de VA vão comprar The Golden Lily, mesmo não tendo amado Bloodlines. Incrível, Richelle. Tiro meu chapéu pra senhora.

A quarta - e última - confissão é um tanto menos legal. Eu achei os mistérios do livro muito fáceis de se prever e adivinhar, e sempre suspeitava da verdade bem antes da coitada da Sydney, que ficou correndo em círculos. Sendo a Mead, eu me acostumei a esperar supresas tão inesperadas que eu nunca, nem em um zilhão de anos, teria conseguido adivinhar, e sempre me deixavam de queixo caído. Não quer dizer que as revelações em si não foram chocantes, mas devo dizer que esperava mais.



Mesmo assim, aguardo ansiosamente The Golden Lily.

E deixo a dica: leiam Bloodlines. Sydney tomará cuidado maravilhoso do seu entretenimento, surpreendendo com um humor seco e sarcástico que eu nunca imaginava que a Santinha Syd pudesse ter.

Thursday, March 17, 2011

Resenha: TVD: TR: Midnight

Esse livro carregou tantas emoções já desde a compra, que quase foi morte chegar ao final do livro. Para começar feliz, foi o primeiro livro que comprei e comecei a ler no dia do lançamento. Mas aí, claro, eu tava com medo de começar, porque ele é o último da série que foi/será escrito pela autora. E os próximos livros vão acabar com tudo que é lindo que a Smith criou, evoluiu e desenvolveu com Delena; algo que tormou forma, volume, e tamanhos imprescindíveis em Midnight. E é por essa razão que, para mim, esse foi o último livro da série; o resto tá mais pra fanfic do que livro, então não estranhem se eu disser que foi o final da série, ok?

Em The Vampire Diaries: The Return: Midnight, a Smith nos entrega uma bomba. Seguindo o exemplo dos outros livros da série The Return, Midnight não desanima na ação, ao mesmo tempo que mantém - muito graças ao inigualável Damon Salvatore - uma pitada perfeita de humor, sem perder a essência romântica dos primeiros livros.

Agora que Fells Church está à beira do total e completo desmoronamento, e Damon está humano, a cidade, a vida... tudo de Elena Gilbert virou uma zona livre pro vale-tudo.
E quando Damon foge para a Dimensão Escura para re-virar um vampiro, mas sem querer acaba levando Bonnie junto, tudo pira de vez.
Meredith, Matt e Theo ficam em Fells Church, tentando ajudar a cidade, enquanto Stefan e Elena vão para a Dimensão Escura atrás de Damon - já um vampiro novamente - e Bonnie - recém-escapada dos mercadores de escravos, e com uma revelação psíquica de matar: ela sabe onde está a bola de Poder do kitsune mais poderoso de todos os mundos; e provavelmente a única coisa que poderia salvar Fells Church a esse ponto. (ps: já mencionei que odeio kitsunes? Todos eles. Não prestam. Nunca confiem numa raposa, hm)
Mas a viagem até essa bola não é fácil por natureza, e não ajuda que os quatro viajantes formam dois triângulos amorsos totalmente ridículos (tenho meus shippers muito bem escolhidos, muito bem obrigada), e a tensão entre os quatro - e especialmente entre, quem mais?, Elena e Damon - cresce a cada hora; a cada segundo... e revelações profundas sobre alguns sentimentos - até então negados até para si mesmos, são feitas. Revelações que podem mudar para sempre o curso dessas quatro vidas... (ou poderiam, se a Harper não fosse tão obstinadamente infantil, estúpida e ridículamente imbecil)

É fã de Delena? Leia. Stelena? Hm... aposto que não vão gostar muito dos pensamentos - e ações - da Elena nesse livro. Mas eu digo, grito, e deixo registrado: Delena F.T.W. Toma na cara, Harper.
Porque pode ter sido o final da série, mas foi um final digno (com fim de livro aberto, que eu ODEIO, mas a culpa não foi da Smith; como que ela ia prever o futuro, né? ç.ç), e o livro foi ótimo em todas as partes, não consegui largar ele nem por um segundo que fosse. Super recomendo.

Wednesday, March 16, 2011

Eternal...

... Sabe aquela sensação de euforia, quando você entra na livraria, corre pra seção teen, cata aquele livro que acabou de ser lançado naquele exato dia?
Pois é, até hoje, nem eu.
Lançamentos no Brasil são chatos; ou a gente já sabe metade da história por conta do spoilers, ou já leu no PC, ou tem algum(a) amigo(a) que já leu o livro. Não tem todo aquele senso de mistério, de descoberta... de saber que o que você tem nas mãos é um livro único, primeira edição, que somente algumas poucas pessoas já estão lendo, e só porque elas compraram ele algumas meras horas antes de você.
O sentimento de não ter que esperar meses pra tradução sair. De não ter que ler no PC, por puro desespero pra saber o que vai acontecer com a história...

Deixa eu contar pra vocês: é incrível. Como uma bookaholic mais do que assumidíssima, um dos meus maiores sonhos sempre foi poder simplesmente catar minha trouxinha e dar a cara numa livraria no dia do lançamento de um livro (invariavelmente internacional), e poder comprar o livro ali - no exato dia que lançou. Sem ter que esperar, roendo as unhas, pra amazon entregar logo essa desgraça, porque PTM, eu tenho que saber o que acontece, e fulana em país X já terminou o livro, e PQP amazon, CADÊ MEU LIVRO, JÁ PASSARAM 3 DIAS DO LANÇAMENTO, E MEU CORAÇÃO NÃO AGUENTA ESSE SUSPENSE D:?
É, já passei por isso mais vezes do que posso contar, e uma coisa? Não é legal, ok? Pra me dar ataques cardíacos, já me bastam os cliffhangers no FINAL dos livros, não preciso ter ataques ANTES de ler os ditos cujos. Mas aí, moro no Brasil, e os correios do Brasil são uma bosta, e o frete internacional é caro, e tem que ser em dólar, e... sim, é pra me fazer parar de ler mesmo?
Enfim.
Hoje, realizei meu sonho. Lançamento de The Vampire Diaries: The Return: Midnight. Catei eu e minha bolsa linda, magnífica e gloriosa da B&N, e fui até a B&N em *pessoa* (?) depois da escola, voei pra seção teen, catei o primeiro livro que vi na frente com uma tia ruiva de olho verde na capa, e voltei voando pra fila pra pagar. Coisa mais linda, nunca vi na vida. Espero que um dia, cada um(a) de vocês possa ter essa experiência, e que venha abril, e sua penca de livros - estarei eu lá, todo santo lançamento! :D

Tuesday, September 28, 2010

Resenha: Noite Eterna

Demorou, mas tenho mais uma resenha! :}
Noite Eterna, de Claudia Gray... vou ser sincera. Ultimamente tenho estado meio de saco cheio de história de vampiros.
São super legais, na grande maioria, mas convenhamos: tudo tem um limite, né.
E aquela mistura de vampiros *homens* lindos, e mocinhas indecisas, tava mais que gasto já. Então foi por isso que, por mais que tivesse vontade, nunca comprei Noite Eterna. Quando vi uma amiga com ele na escola, aproveitei e peguei emprestado dela, e... gostei. Gostei mesmo.

Evernight (título em inglês) foge do estereótipo de vampiros.
Bianca Oliviers é filha de dois vampiros centenários, nascida vampira, e um dos raros casos de tais nascimentos.

Então já aí, vemos uma diferença, já que dessa vez, é a menina que é a vampira, mas elas não param por aí. Bianca é levada para a escola Noite Eterna, onde seus pais são professores, e onde pesadelos lhe atormentam, sua natural fobia de pessoas toma a melhor, mas, mesmo assim, Bianca se vê no meio das atenções de dois garotos... e o que seu coração clama é também o mais perigosos para si mesma por motivos que ela nem é capaz de sonhar...
O livro já começa super legal, com uma imagem mega linda e vívida do sonho da Bianca, e sendo totalmente sincera, a única coisa que estragou a história foram os múltiplos erros de grafia. Palavras trocadas, faltando 's'... mas ainda assim estou ansiosa para ler o próximo livro :)
PS: Uma curiosidade: fim de semana passado, Claudia Gray esteve no Teen Read Awards, no Canadá, com uma penca de autoras fabulosas: Richelle Mead, Kiersten White, Sophie Jordan... a fabulosíssima JK Rowling também ganhou uns prêmios, e todo mundo saiu feliz.

Wednesday, September 08, 2010

Resenha: Keys to the Repository

Keys to the Repository da Melissa de la Cruz me deixou pulando na cadeira com seus últimos dois capítulos... mas já explico isso direito ;)

Keys é um livro "acompanhante" da série Blue Bloods da Melissa que, por sinal, está em vias de ser lançado no Brasil.

Descrita pela própria autora como uma mistura de Stephen King e Gossip Girl, Blue Bloods é uma série contemporânea vampírica bem diferente. Nela, os vampiros são os anjos caídos - o exército de Lúcifer - que foram amaldiçoados coma vida eterna na Terra, sem jamais poderem voltar ao Paraíso, e forçados a beber o sangue dos humanos para sobreviverem.

Keys to the Repository é uma compilação de fatos sobre os personagens, histórias deletadas dos livros, que ajudam a entender certas ações, e nos deixa saciados enquanto esperamos o lançamento do último livro da série, Misguided Angel.
Keys contém quatro histórias que não estão nos livros, das quais três já haviam sido liberadas no site da Melissa: A história do primeiro encontro do Jack com a Schuyler no apartamento do Jack; quando a Schuyler deixa o Jack pela última vez no mesmo apartamento, e a história do Kingsley.
A quarta história é do Dylan, e conta onde ele estava quando sumiu ao se esconder dos Silver Bloods, ou Abhomination. É muito fofinha, e super gamei no Dylan com ela. (Mari que me perdoe por dizer isso q)

E, nas últimas páginas do livro, a Melissa nos presenteou com uma coisa incrível: os dois primeiros capítulos de Misguided Angel.
Estou ainda mais louca por esse livro depois de ler esses dois capítulos, que são puro Jack e Schuyler (casal mais fofo dos livros, ganhando até da Mimi e do Kinglsey *-*), e que terminam daqueeeeeeele jeito, com gostinho de preciso mais urgentemente...!

E para os curiosos, essa capa aqui do lado, é a capa brasileira... "Blue Bloods: Vampiros de Manhattan". Ainda não sei direito a data do lançamento, mas é isso aí. Devo dizer que a Americana é mais bonita, mas tiro o chapéu por estarem traduzindo a série, com ou sem capas lindas ;)

Sunday, August 08, 2010

Especial Dark Days


Uma série não muito conhecida, Dark Days, da autora Jocelynn Drake, conta a história de uma vampira (ou nightwalker) Mira, uma vampira de 600 anos, que é Protetora de um território no sul dos EUA, Savannah, mas que na verdade, acaba sendo o braço reenforçador da ordem em todos os EUA, sob o Clã de vampiros.
Mas não é só por causa de sua idade que Mira é temida pelos colegas vampiros. Mira tem o inusitado poder de controlar o fogo, o que lhe torna extremamente perigosa para toda e qualquer pessoa que lhe deixe com raiva, e que lhe deu o apelido de Fire Starter. Com um senso de humor sacrástico, uma boca rápida, um pavio curto, e um corpo e jeito sexy, Mira é tanto o sonho quanto o pesadelo de qualquer homem - uma bola de problemas ambulante.
Em Nightwalker, o primeiro da série, acostumada a ter tudo o que quer e de ter todos correndo com medo dela, Mira se vê confrontada com um problema inesperado: um caça vampiros está dizimando os vampiros em seu território atrás dela, e quando ela finalmente ela o encontra, nenhum do dois parece capaz de matar o outro... e não só porque o caçador, Danaus, tem notícias que prometem virar o mundo de Mira e de todas as criaturas da noite de ponta cabeça.


No segundo livro, Dayhunter, Mira e Danaus seguem para Veneza, para fala com o Clã, mas sem o apio de Jabari, Mira está sozinha na luta contra os naturi, e ela logo descobre que Danaus e Jabari não são os únicos que querem vê-la morta.
Antigos amigos, segredos, memórias e confrontos surgem, enquanto os naturi chegam cada vez mais perto de libertar de sua prisão, e Mira só pode confiar no caçador para lhe salvar, já que todos as outras pessoas poderiam se virar contra ela, e Mira é a única que pode impedir os naturi, graças a seu poder especial... com o tempo se esgotando, os Clã, os naturi e seu companheiro de olho no seu coração, Mira tem que enfretar os tormentos do seu passado para tentar salvar o que resta do mundo.

Na terceira instalação, Dawnbreaker, os naturi estão em Savannah, e ameaçando a nova família de Mira.
Mas quando Mira e Danaus mais uma vez juntam seus poderes e se livram deles, ela descobre uma princesa naturi renegada, Cynnia, que está disposta a acabar com a guerra, mas por essa razão, foi deixa para ser morta por sua irmã, a rainha Aurora.
Seguindo para impedir os naturi de abrir o portal para que a rainha dos naturi possa voltar para a Terra, Mira e Danaus vão para Machu Picchu, sede do que foi, 500 anos atrás, a sala de tortura pessoal de Mira nas mãos dos naturi, causando mais do que algumas cabeças rolarem com os nervos à flor da pele ao voltar para o lugar com tantas memórias doloridas.
No topo do morro, em uma atitude desesperada, Mira toma a caderia livre do Clã, assegurando-se que Jabari não irá lhe matar tão cedo, e que ela poderia desfazer a intricada tramóia planejada por Macaire para trazer abaixo o sistema de vida dos vampiros.


O quarto livr, Pray for Dawn, é contado da perspectiva do Danaus, esse foi o livro do qual eu menos gostei da série até aqui.
Com Aurora livre no mundo, as coisas ficaram pretas para nossa dupla dinâmica, Danaus e Mira. Danaus está lutando contra a parte negra e demoníaca de sua alma, o bori, enquanto Mira, a melhor esperança de salvação da terra, está lentamente pirando.
Vou dizer uma coisa a favor desse livro: foi legal ver a Mira em seu próprio local, já que a história se passa quase toda em Savannah, e gostei de ver a interação (brutal, claro) da Mira com aqueles sob seu comando. Sem contar que quase ganhamos uma ação legal Danaus/Mira. Avançou bem mais no departamento romântico do que em qualquer outra coisa, mas eu gostei... se tivesse só sido a Mira que contasse...


Com uma capa assim, o quinto livro promete certo? Certo!
Wait for Dusk foi, eu achei, um dos melhores. Finalmente, após 4 livros, muitas insinuações, muitos quases, muitas brigas, Mira e Danaus ficam juntos... mas será que isso vai ser o suficiente para fazer com que Mira aprenda a controlar os poderes que seu verdadeiro pai, Nick, lhe deu, derrotar Rowe, o vampiro-pirata de um olho só, destruir Macaire, desenrolar uma trama de poder em Budapest e não ser morta - por Jabari, Nick (que está ameaçando transformá-la em humana novamente se ela não fizer o que ele quer) e Macaire, e ainda ficar de olho aberto para traições dentre seus companheiros em Budapest?
E como com cada vitória, vem um preço, será que a família de Mira vai sobreviver a vida perigosa e cheia de esquemas mortais pela cabeça dela?

Mega recomendo para qualquer pessoa que esteja precisando descontar um pouco de raiva no mundo, já que as cenas de ação são realmente incríves, e o Wait for Dusk termina em um banho de sangue digno de Hollywood.

Monday, August 02, 2010

Resenha: Nightwalker

Mira é uma vampira de 600 anos. Transformada na flor da vida, aos 25, Mira tem um poder incomum e inusitado dentre sua especie: ela controla o fogo.
Acostumada com o medo natural - tanto em vampiros quanto em lobisomens, feiticeiros, bruxas e elfos - que seu poder desperta nos outros, Mira vive uma vida confortável em seu domínio nos EUA, usando seus poderes apenas para manter a ordem e a paz em suas terras. Mas agora, Mira se vê, pela primeira vez em quase 500 anos, com sérios problemas.

O mais antigo inimigo dos vampiros, e de toda a humanidade, os elfos naturi, estão ressurgindo, e tem planos para quebrar de vez o selo que os mantém afastados da Terra, e eles parecem ter um interesse mais que especial em Mira - porém a simples menção dos naturi é capaz de enchê-la com o mais profundo terror, causado pelas lembranças das duas semanas, 500 anos antes, durante as quais Mira havia sido prisioneira dos naturi, e as torturas que eles lhe inflingiram.

Mas os naturi não são seu único problema. Um grupo de caçadores de vampiros chamado Themis, está mandando seu melhor caçador, Danaus, atrás de Mira, e, quando os dois são forçados a trabalhar juntos, o mistério sobre a natureza de Danaus a preocupam mais até do que o próprio Danaus. Mas os fogos de artifício que sobem entre os dois estão carregados de mais do que só raiva e sede de matar um ao outro; cobertos com uma grossa e impentrável camada de procupação e sedução, cobrindo a raiva e o perigo...

Mira vai descobrir do jeito difícil que nem tudo é o que parece, e que mesmo quando se é uma vampira linda, centenária e controladora de fogo, existem coisas no mundo que ela não pode controlar ou impedir... literalmente.

Em um mundo incrível e digno de atenção, Jocelynn Drake criou um conto de sedução, lealdade, mistérios, magia, mentiras e mortes, que prende a atenção e não largar, mesmo após o final do livro - que é recheado de ação e aventura para ninguém botar defeito, e promete uma continuação de tirar o fôlego (que, abafem, eu estou baixando agorinha mesmo)

Thursday, July 01, 2010

Resenha: Shadow Souls

The Vampire Diaries: The Rerutn: Shadow Souls. A autora, L.J. Smith, dispensa apresentações a essa altura já, né.
Vou ser super sincera: li esse livro em um dia.
E quem já viu o livro, sabe porque isso é algo que se deva comentar. Ele é da grossura de Harry Potter e a Ordem da Fênix em inglês.
Em Shadow Souls, Damon, Elena, Meredith e Bonnie viajam para a Dimensão Escura, para tentar resgatar Stefan de sua prisão enquanto ele ainda está vivo.
Mas enquanto Elena e Damon estão sozinhos, após terem sido desertados por Matt, as coisas começam a complicar bastante, e Elena se vê na dúvida sobre como explicar alguns acontecimentos entre ela e Damon para Stefan... e Damon parece ter decidido aproveitar enquanto Stefan está preso para tentar, de formas verbais e não-verbais (se é que vocês me entendem: tanto a forma vampírica quanto a humana) de convencer Elena a ser sua Princesa da Escuridão, algo que, deve ser dito, a própria Elena parece considerar mais de uma vez.
Com a tensão rolando alta entre Elena e Damon, o fato de Shinichi ter roubado a memória de Damon sobre uma fatídica noite em um motel à beira da estrada - noite sobre a qual Elena se recusa a falar qualquer coisa que seja, mas que lhe abalou tanto ao ponto de escrever no diário, rasgar as quatro folhas, jogar na privada e dar descarga (sério) - parece não ajudar nada em muito, a não ser, talvez, a honra de Elena.
Obrigadas a fingirem ser escravas de Damon, as três meninas acabam por quase causar uma revolução na Dimensão Escura, finalmente conseguindo libertar Stefan, à beira da morte, e voltar para Fell's Church, onde encontram Matt morando com a Sra. Flowers, e recebem um aviso medonho de Shinichi.
O final desse livro me deixou, literalmente de queixo caído. Nunca, nem em um milhão de anos, imaginaria que uma coisa dessas fosse acontecer, e justo com o Damon... mas não duvido que ele vá encontrar um jeito de reverter isso fácil, fácil. Não seria tão difícil, afinal...
Ainda assim, mesmo não tendo certeza, sinto nesse livro uma grande vibração Team Damon, e talvez seja por isso que gostei tanto do livro xD
Uma das melhores partes, para mim, foi a dança entre o Damon e a Elena. Na verdade, qualquer cena entre o Damon e Elena, já que o Damon mudou de tantas formas, sob o cuidado de Elena, que, no final, ele quase é irreconhecível. Quase. Ainda se recusa a imitar o irmão se alimentar somente de animais - mas não creio que Elena realmente reclame dessa decisão.
Agurado, doida de curiosidade, o próximo livro, porque é nunca que a Dona Smith pode terminar a série assim...

Monday, June 28, 2010

Novidades

Chegou hoje meu Vampire Academy autografado pela Richelle *-*


Agora fiquei com duas cópias de VA - uma da Signature Edition, com o primeiro capítulo de Spirit Bound, e essa outra agora *o*

Também passei na Saraiva e sai com dois livros que eu já vinha desejando...
Lua Azul, de Alyson Noel, que comecei a ler ontem a noite, e vou dizer que estou gostando muito, mesmo a narrativa sendo meio chatinha (fiquei mei desapontada... já estou lá pelo capítulo 10 e nenhuma menção do Evanescence? HEUAHE').


E... The Vampire Diaries: The Return: Shadow Souls.
Pra ler um livro dessa grossura, realmente não tem época melhor do que as férias, então vou aproveitar e pular de cabeça *_*
E to doida pra saber com quem a Elena vai ficar no final. Sou Team Damon só porque o Stefan é muito parecido com o Edward, e a Elena, que também é super incrível, merece alguém com mais conteúdo que o pobre coitado do Stefan xD
Tá na hora de os caras malvados terem um pouco de diversão também. E, de qualquer jeito... os caras malvados são sempre mais legais (66'
E se a Elena não quiser o Damon, me dá que eu quero ;)


Enfim, quem quiser ver o vídeo de Shadow Souls, clique AQUI.

Sunday, June 13, 2010

Resenha de O Legado da Caça-Vampiro

O Legado da Caça-Vampiro, de Colleen Gleason é tudo aquilo que tem de bom em um livro: é um romance histórico com vampiros e muita ação.
Mas, diferente da grande maioria dos livros involvendo vampiros, ele não fala dos vampiros em si. O foco é em uma juvem debutante da cidade de Londres nos séculos passados, no ano de 1820, em que tudo que importava para uma debutante, era ser bonita, e encontrar um marido rico. Um pouco fútil, talvez, mas era um mundo de beleza inegável.
No meio de todos os frufrus, e mulheres sendo tratadas como bonecas de porcelana, a linda jovem Vitória Gardella parece viver 200 anos adiante de seu tempo. Quer levar vida independente. Usa piercing no umbigo.
E herdou um terrível Legado – o de ser uma Venadora, ou caça-vampiro.
Tendo aulas sobre combate com sua avó que foi a última Venadora na família, Vitória aprende que manter o equilíbrio entre a vida normal de uma debutante de sua época como sua mãe, oblívia ao fardo da filha, espera, e suas obrigações como Venadora, pode custar mais caro do que apenas sua reputação: pode lhe custar também seu coração, e até mesmo a sua vida.

Narrado de um modo digno dos melhores livros que eu já li, essa é uma história que literalmente suplica para ser lida até o final, terminando com um fim de quebrar o coração, ao mesmo tempo em que nos dá uma esperança de o próximo livro veja um fim mais feliz.
Dado o final do livro, por sinal, não recomendo para aqueles que por ventura tenham recém terminado de ler Blood Promise, da Richelle Mead. A semelhança meio que abala as estruturas do coração xD
E outra, esse livro definitivamente entra na categoria de livro adulto, fica a dica.
De acordo com o site Sobre Livros, a série Crônicas Vampíricas de Gardella, composta de cinco livros (dos quais, até onde sei, apenas o primeiro foi traduzido para o português), também irá virar filme, seguindo a deixa da onda de vampiros.

Uma nota às três vencedoras da Promo de Insatiable: eu coloquei tudo no correio na sexta. Obrigada pela participação de todas! :)

Thursday, June 10, 2010

Resenha de Insatiable

Vou fazer o possível e o impossível para não revelar nenhum spoiler de Insatiable aqui, mas gostaria de deixar registrado que eu amei de paixão os vampiros da Meg. A gente já tinha tido um gostinho deles no conto dela em Formaturas Infernais, mas em Insatiable, ela mostra que veio para ficar na parada dos vampiros, e que, apesar de não suportar mais ouvir falar sobre eles, assim como Meena por sinal, ela sabe muitíssimo bem do que está falando.

É refrescante, após o mito vampírico ter sido tão mudado ao ponto que muitas vezes fica fácil de esquecer que aquela criatura sobre a qual estamos lendo é, em teoria, a mesma que Stoker descreveu em seu livro.

Mas isso definitivamente não acontece com Insatiable. Fiel ao conto de Drácula, Insatiable me lembrou de alguns detalhes sobre a história de Vlad o Impalador, ou Vlad Dracul, que eu já tinha esquecido há muito tempo. Quem sabe, inclusive, o próximo livro que eu pego para ler não vai ser o próprio Drácula? Já faz tanto tempo...

Mas não quero falar sobre Drácula agora. Ou melhor, não quero falar sobre o primeiro Drácula; sobre o Drácula-Pai. Foi meio triste para mim que nesse livro, a Meg tenha usado o nome Dimitri para um personagem tão parecido com seu pai, Vlad Dracul, mas já me satisfiz por ter um Dimitri na história. Quem sabia que Dimitri era um nome comum na Transilvânia naquela época? Lucien certamente me parece mais estilo do nome de um vampiro. E não qualquer vampiro. Claro que não. Uma personagem de Meg, que é psíquica por ver a morte dos outros e é uma firme crente de que vampiros não existem, jamais poderia se apaixonar por um vampiro qualquer.

Afinal, isso é Meg Cabot, né. O trabalho tem que ser bem-feito e completo. Então, lógico, Meena se apaixona pelo próprio filho do Drácula, Lucien Antonescu, também conhecido como o príncipe da escuridão.

Até aí, tudo bem, né (em se tratando de parâmetros de histórias vampíricas, claro xD). O problema é que não demora muito para o príncipe descobrir que o sangue psíquico de Meena afeta seu eu vampírico de mais modos que o normal. O que torna as coisas especialemnete complicadas quando Alaric Wulf (já chego nele) decide virar o guarda-costas pessoal de Meena, seu irmão Jon decide que quer tentar carreira na Palatine Guard (de novo, já chego lá), e o meio-irmão de Lucien, Dimitri, decide que vai ser muito confortável para ele seqüestrar Meena, assim atraindo seu irmão para ele, matar Meena para conseguir seus poderes, e depois matar Lucien para herdar a coroa da escuridão, matando assim, dois coelhos com uma só cajadada. Literalmente falando. Ou quase.

Mas ninguém, ao que parece, avisou Dimitri que não se deve nunca, jamais se meter com uma mulher psíquica criada pela Meg... muito menos se o modo de fazer ela ir até ele, é por seqüestrar a melhor amiga da dita psíquica que, acontece de estar grávida.

E claro que também esqueceram de avisar ela que nunca é uma boa ideia querer matar o amor do príncipe da escuridão, mesmo que o tal príncipe seja seu meio-irmão, não importa o quão... pacífico ele tenha estado ultimamente.

E claro que, como todo e qualquer bom livro de vampiros da atualidade, não podia faltar o famoso triângulo amoroso: vampiro super poderoso doido para lhe transformar na sua primeira – e única – esposa imortal, ou o humano gatinho que faz de sua ambição na vida exterminar o mundo dos vampiros?

Eu não tenho dúvidas sobre qual escolheria, mas sei lá né. Vai ver eu sou estranha assim mesmo. Porque verdade seja dita, Lucien meio que dá medo numas horas (ok, meio não. Definitivamente dá medo. Mas, claro, né. Ele é um vampiro...), sim, mas o Alaric é tão... sem sal, tadinho. É bem verdade que o fato de ele trabalhar para uma entidade papal e carregar uma espada conta pontos pra ele (afinal, é isso que a Palatine Guard é. Uma entidade papal que trabalha para exterminar o mundo de demônios de todos os tipos – inclusive, sim, você adivinhou, dos vampiros. E é lá que Alaric Wulf trabalha. Ele gosta, acho, de matar vampiros. Não entendi bem o ódio mortal dele para com os vampiros, mas ele é engraçado as vezes.)

Enfim, com um fim com um óbvio e luxuriante gostinho de "quero mais", Meg Cabot encerrou o começo do que promete ser uma série de tirar o fôlego, que, apesar de ter todos os pré-requisitos de todo e qualquer livro da Meg, também é totalmente diferente de uma forma nova que eu aprovo 100%.

Para começar, mesmo estando claro quem Meena ama, não ficou óbvio para mim, como geralmente fica lá pela metade do livro, com quem Meena vai terminar. Eu tenho uma ideia, mas gosto de sentir essa indecisão. É uma novidade em se tratando de Meg, e eu estou gostando de ter a liberdade para formular teorias malucas na minha cabeça xD

ps: aos se perguntando... é, o livro pode ser meio pesado para criancinhas. Mas sendo considerado adulto pela Meg e tal, não vejo tanto problema com isso, mas... realmente não recomendo para menores de 14. Tem umas coisas que simplesmente a pessoa tem que ter um pouco de mente poluída para entender, mas nenhuma cena explícita demais. Também não vou mentir e dizer que o livro é totalmente inocente, fofinho e bonitinho. Longe disso. Se é isso que você quer de um livro de vampiros, melhor nem ler Insatiable. Esse livro segue bem à risca os critérios dos vampiros: imortalidade, super poderes (sim, eles se transformam em morcegos, e sim, eles também se transformam em névoa.), dinheiro, castelos, transilvânia... e apelo sexual.